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O que faz um perito judicial pedagogo?

Muito além do que a maioria das pessoas pensa, a Pedagogia não é fazer lembrancinha de EVA em datas comemorativas e tomar conta de crianças.


Nada disso, a Pedagogia está muito mais próxima do que você imagina de um campo de pesquisa científica árduo e em constante mudança, porque a pedagogia trata de metodologia e didática de ensino, ela estuda a própria educação e se debruça sobre o desenvolvimento humano, desde da primeira infância até a vida adulta. Afinal, nunca deixamos de aprender.

Portanto, compreende-se por Pedagogia Jurídica todo campo do conhecimento que estuda os processos de educação jurídica. Esta ocorre mediante o ensino e a aprendizagem dos princípios, das normas, dos institutos e dos procedimentos jurídicos de caráter oficial ou não, dos significados criados por seus conteúdos e aplicações, pelas formas de regulamentação produzidas, por meio de processos interativos desenvolvidos por pessoas e instituições em tempos e espaços determinados.



É clara a preocupação com a importância da didática, enquanto metodologia propulsora de aprendizagens, como também, com a própria capacidade de quem administra este processo.


É quase unânime entre os estudiosos, hoje, o entendimento de que as práticas educativas estendem-se às mais variadas instâncias da vida social não se restringindo, portanto, a escola e muito menos à docência. Sendo assim, o campo de atuação do profissional formado em Pedagogia é tão vasto quanto as práticas educativas na sociedade.


Em todo lugar onde houver uma prática educativa com caráter de intencionalidade, há aí uma Pedagogia.



Diante desta nova visão, pode-se perceber que, na atualidade, o espaço de atuação do pedagogo está se expandindo cada vez mais, sendo que as práticas educativas perpassam as mais variadas instâncias da sociedade, produzindo, desta forma, um novo olhar para o profissional da área de educação.




O pedagogo tem exercido, também, um papel de destaque em julgamentos de crimes de repercussão nacional, auxiliando na elaboração de relatórios e emitindo pareceres, bem como assistindo os juízes e promotores em suas teses de conduta.

Neste sentido, se faz necessário lembrar que o Tribunal do Júri é uma instância mais democrática dos institutos de Direito Processual Penal, ele foi criado para que o réu fosse julgado por seus pares, protegendo-o contra possíveis perseguições, de forma que prevalecesse a justiça limpa e imparcial. Não obstante, neste cenário também se faz necessário um olhar didático e pedagógico a respeito das demandas criminológicas.



Afinal, é possível ressaltar que é através da Didática, que se amplia o conhecimento, sendo que em cada tendência pedagógica diferem visão de homem e de mundo e modifica-se a finalidade da educação, mudam o papel do profissional em educação, do sujeito, a metodologia, a avaliação, e, consequentemente, muda-se a forma de questionar, avaliar e refletir.

O pedagogo, quando interligado a prática do tribunal, enaltece a característica da sólida fundamentação teórica nos diversos níveis das ciências sociais, sendo capaz de se aprofundar na linha da reflexão filosófica; condição esta indispensável para o desenvolvimento de uma ação pedagógica coerente com a constituição do direito e do dever.

Portanto, é possível entender a educação como uma prática de cunho pedagógico, uma prática social que está presente na sociedade acontecendo em muitos lugares e fazendo parte de todo ser humano, acarretando consequências positivas e negativas, cabendo ao pedagogo à função de refletir, questionar, auxiliar e contextualizar novas jurisprudências.





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